sábado, 23 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro

Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria

Kansas City Library (Missouri, USA)

(imagens roubadas descaradamente na Net)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Despicable Me...

... ou Gru-o Maldisposto é fantástico! Um super-vilão que não conhece limites para dominar o Mundo, seguindo a máxima "Ser bonzinho não está com nada". Hilariante e comovente.

Espectáááculo!...

Fomos ao Politeama ver "Um Violino no Telhado" de Filipe la Féria. Um grande elenco, grandes músicos, grandes técnicos e uma coreografia fabulosa. Simplesmente divinal...

“Meu Deus, se existes, quem és tu? Mas se não existes, quem somos nós?”
“Ser pobre não é vergonha mas também não é uma honra por aí além”.

(imagens cedidas “gentilmente” por Blogue A pérola Azul, Marta Ferreira (Olhares), Blogue O Ouro do Silêncio, e gamadas “gentilmente” por mim)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Teorias de um(a) trolha

Há tempos, num "post" intitulado Intelectual versus Trolha, fiz comparações procurando exemplificar as diferenças ou semelhanças entre eles. Demonstrei, julgo eu, com um raciocínio mais ou menos aceitável e convincente, que só posso considerar-me intelectual quando comparada com um trolha (e às vezes nem isso...) e a dura realidade é que não passo de um(a) trolha.
Somewhere, o último filme de Sofia Coppola, brinda-nos com a vida de uma estrela de cinema que sendo famosa e rica não consegue ser feliz. Apesar da notoriedade e do deslumbramento, vive em depressão e num tédio total. Se o propósito de Sofia Coppola era dar-nos a conhecer o aborrecimento amargurado em que vive o protagonista, então o objectivo foi superado porque, na verdade, achei o filme uma seca, mais, uma grande seca... Para mim, a mensagem foi transmitida de uma forma enfastiante, embora a interpretação de Stephen Dorff seja digna de nota.

No entanto, há quem tenha aplaudido. Mais uma prova da minha trolhice! Por aqui se vê , mais uma vez, a diferença entre um(a) trolha e um intelectual...

Pinguim surfista

Uma verdadeira delícia. Vejam aqui e aqui.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Água, cultura e património

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios


(como sempre, imagem cedida "gentilmente" pela NET)

Raining cats and dogs...

Em Abril águas mil, quem anda à chuva, molha-se...
Ou será quem anda à molha, chuva-se?...

sábado, 16 de abril de 2011

Livros e Mar: eis o meu elemento! (38)

Mais uma ficção do catalão Ildefonso Falcones e mais uma obra repleta de informações e descrições históricas. Depois do sucesso do seu primeiro romance, “A Catedral do Mar”, que achei sublime, Falcones leva-nos, através de uma narrativa fascinante, à Andaluzia do século XVI e a viver intensamente as crueldades cometidas por duas das maiores religiões, o Cristianismo e o Islamismo. Após a entrega de Granada aos Reis Católicos e sem respeito pelas capitulações que garantiam a liberdade e a segurança da população mourisca, a comunidade muçulmana espanhola passou a ser alvo de perseguições tanto religiosas como civis. Em 1568, os mouriscos dão início a um confronto sangrento pelas aldeias das Alpujarras, na Serra Nevada, que faziam parte do reino cristão de Granada. Esta rebelião, que começou por incursões e emboscadas e acabou silenciada com grande derramamento de sangue, levou, mais tarde, o rei Filipe II a decretar a total expulsão dos mouriscos espanhóis. A rebelião de Alpujarras é qualificada por alguns autores como o conflito mais brutal da Europa no século XVI.
É neste cenário que se move Hernando, a personagem principal, filho de uma muçulmana e de um padre católico que a violou. Entre a desconfiança e o desprezo do seu povo, que não o vê com bons olhos, e a intolerância dos cristãos, Hernando, um homem bom e justo, não se entrega à resignação e nunca desiste de lutar ardentemente, e por vezes clandestinamente, pela liberdade do seu povo.

A história de um jovem dividido entre duas religiões e dois amores, em busca da sua liberdade e da do seu povo, na Andaluzia do século XVI. 1568. Depois de derrotados por Isabel, a Católica, a comunidade muçulmana andaluza sobrevive com muitas dificuldades, sob a constante repressão dos Cristãos, mas depressa o descontentamento dá lugar a uma sanguinária revolta. Entre os revoltosos encontra-se Hernando, um jovem desprezado pelo seu próprio povo e maltratado por Brahim, o seu padrasto. Dotado de uma extraordinária habilidade para lidar com animais, Hernando salva a vida ao filho de uma jovem belíssima, Fátima. Dividido entre a fé que lhe foi incutida e as atrocidades que vê serem cometidas em nome de Alá, o seu coração impele-o a ajudar um nobre cristão, obtendo a sua eterna gratidão. Porém, a sua coragem e honestidade também lhe granjeiam alguns inimigos, sobretudo o seu cruel padrasto que, aproveitando-se da morte do rei, consegue condenar Hernando à escravatura e desposar a bela Fátima, o grande amor do enteado. Brahim, na qualidade de lugar-tenente do novo monarca, parece inatacável, e Hernando parece condenado à desgraça...