Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria
(imagens roubadas descaradamente na Net)
Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria
(imagens roubadas descaradamente na Net)
“Meu Deus, se existes, quem és tu? Mas se não existes, quem somos nós?”
“Ser pobre não é vergonha mas também não é uma honra por aí além”.
(imagens cedidas “gentilmente” por Blogue A pérola Azul, Marta Ferreira (Olhares), Blogue O Ouro do Silêncio, e gamadas “gentilmente” por mim)
No entanto, há quem tenha aplaudido. Mais uma prova da minha trolhice! Por aqui se vê , mais uma vez, a diferença entre um(a) trolha e um intelectual...

A história de um jovem dividido entre duas religiões e dois amores, em busca da sua liberdade e da do seu povo, na Andaluzia do século XVI. 1568. Depois de derrotados por Isabel, a Católica, a comunidade muçulmana andaluza sobrevive com muitas dificuldades, sob a constante repressão dos Cristãos, mas depressa o descontentamento dá lugar a uma sanguinária revolta. Entre os revoltosos encontra-se Hernando, um jovem desprezado pelo seu próprio povo e maltratado por Brahim, o seu padrasto. Dotado de uma extraordinária habilidade para lidar com animais, Hernando salva a vida ao filho de uma jovem belíssima, Fátima. Dividido entre a fé que lhe foi incutida e as atrocidades que vê serem cometidas em nome de Alá, o seu coração impele-o a ajudar um nobre cristão, obtendo a sua eterna gratidão. Porém, a sua coragem e honestidade também lhe granjeiam alguns inimigos, sobretudo o seu cruel padrasto que, aproveitando-se da morte do rei, consegue condenar Hernando à escravatura e desposar a bela Fátima, o grande amor do enteado. Brahim, na qualidade de lugar-tenente do novo monarca, parece inatacável, e Hernando parece condenado à desgraça...